Com duração de 10 dias a capacitação iniciou no dia 13 de Maio com a participação de agricultores residentes no Assentamento e demais comunidades circunvizinhas, e assim, além de garantir o acesso água, a construção dessa tecnologia social também tem o objetivo de movimentar o desenvolvimento econômico das famílias locais.
A capacitação visa possibilitar a troca de saberes entre os pedreiros e passar orientações técnicas para garantir a qualidade das implementações. As instruções ficaram por conta de Florisvaldo, pedreiro capacitado há alguns anos pelo CEDASB – Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia, entidade que compõe a rede da Articulação Semiárida Brasileira. Florisvaldo é do município de Cândido Sales (BA) e comentou sobre a responsabilidade social da construção das cisternas
“Quando a gente aceita esse trabalho da Asa, a gente pensa em dividir esse trabalho com três famílias, primeiro a família da gente, a segunda família é a da casa que a gente vai construir a cisterna e a outra é a família Asa. Tem que manter essas três famílias unidas!”.
“Com esses encontros, essas capacitações, com as tecnologias sociais, com as ações, estamos realmente conseguindo fazer uma transformação de conhecimento e troca de saberes”, afirma Getúlio Tigre, coordenador do projeto P1+2.
* A Cisterna Calçadão é uma das tecnologias sociais do P1+2, que servem para captar água da chuva para produção de alimentos e criação de pequenos animais. Com capacidade de armazenamento de 52 mil litros, é uma forma das famílias garantirem água para a produção do ano todo.
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