Os projetos que envolvem a implementação de tecnologias sociais de Segunda Água, simbolizam o próximo passo para soberania camponesa. Produzir seu próprio alimento e manter sua criação animal durante a estiagem para o povo do Semiárido, garantindo a segurança alimentar das famílias camponesas. O protejo também abarca discussões sobre a conservação das sementes crioulas (nativas), a necessidade e importância dos viveiros de mudas, a adesão á práticas agroecológicas de produção, e emponderamento das famílias aos programas sociais de fortalecimento da agricultura familiar.
P1+2 (Concluído)- O 1 significa terra para produção. O 2 corresponde a dois tipos de água a potável, para consumo humano, e água para produção de alimentos. Por isso as famílias pelo P1+2 são aquelas com acesso à primeira água, água consumo humano, a exemplo das cisternas do P1MC. Todas as famílias beneficiadas famílias beneficiadas pelo P1+2 participam de intercâmbios e capacitações de GAPA (Gerenciamento da Água para a Produção de Alimentos) e SISMA (Sistema Simplificado de Manejo de Água). Espaços que buscam unir o conhecimento popular ao conhecimento técnico, a fim de buscar formas de aproveitar os recursos locais em beneficio de uma vida digna para o semiárido.
De 2013 a 2014, o Instituto construiu cerca de 1.265 tecnologias sociais de captação da água da chuva para a produção agrícola familiar, incluindo barreiros trincheira, cisternas calçadão, cisternas enxurradas e barragens subterrâneas. Atendendo os municípios de Manoel Vitorino, Maracás, Boa Nova, Caetanos e Poções.
Programa Cisternas (Em andamento) - Em contrato com a SJDHDS (secretária de justiça, direitos humanos e desenvolvimento social), o ISFA está executando o Programa Cisternas nos municípios de Boa Nova, Iguaí, Maracás, Nova Canaã, Planalto, Planaltino Poções. Onde 514 famílias serão beneficiadas com cisternas calçadão e barreiros trincheiras. Além tá implementação das tecnologias de Segunda Água, o projeto orienta e incentiva as famílias ao aumento da produção agrícola e a sua comercialização. Além da inserção dos agricultores e agricultoras aos programas sociais, como PAA ( Programa de Aquisição de Alimentos).
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